• Banda radiante
    Concerto,  Espanha

    Banda radiante

    Miudiño Bar, Ourense. Casa composta, recepção à galega, público sedento de boas. Na mala, primeiro concerto Astrolábia a Tour, disponível para espectadores de ambos hemisférios.

    Modo tour

    Inclui sucessos mas não apresenta disco. Para entrada, A Marosca, tensão suspensa. Dôr no Telhado cresceu até Eu Zangão. Depois, primeira boa noite caracol lançou dupla pegada. Doce O Lebre e a Caracol, frenética Palma de Opúntia, dedicada a yala. Caos instalado, esclarecida intensidade e entrega.

    Chuva luminosa

    Show continuou com Mamilo Aureolar, modelo da depressão e Gavião Russo, a melhor fábula de espionagem romântica jamais feita. Preparada em fuga, A Zebra é a nova Orca antecedeu viragem. Destino: Canal Carnal, versão varão, cresce imenso ao vivo.

    Glândula fica serena gerou grande entusiasmo. A emblemática canção de intervenção, uma vez em disco, trará sing alongs. Homem Arara Vermelha exibiu seu grito típico, de pena humana, seguindo-se Jorge, O Solitário, protegido pela lei. Já Bicho do Betão chegou, não se sabendo como foi lá parar.

    Quando Morro de Comanché entrou, avisadas despedidas. Conto de culto deu, por fim, lugar a Hipersónia, fase oral, canção de ambos lobos molhados, onde palavras como correr e fugir sugerem treino de perigos. Perdidos três, Carlos, em pose de comentário, confessou: «ondeamos em uníssono abdomens».

    Astrolábia desflorada, sábio regresso. Conversas sobre leña cortada y picada, desbroces de fincas, esterco de cabalo sin semilla, sua possibilidade de transporte, e, em jeito de balanço, brindes à equipe técnica barra entourage.